Iniciamos nosso evento com os participantes em círculo onde todos se apresentaram, permitindo que o grupo todo se conhecesse. Em seguida partimos para a primeira atividade, onde Marcos Reis falou sobre os 3 Reinos (Os 3 Reinos Celtas: Animais e o Poder – Caer Tabebuya – SP), seguido de uma vivência com tambor que, tenho certeza, agradou a todos.
Fizemos uma pausa para o café e já voltamos com a polêmica palestra de Veles sobre sua experiência com o druidismo francês (Caldeirão dos Druidas: O Druidismo na França – Chaudron des Druides – França). A conversa começou a esquentar, dando um gostinho do que virá a acontecer na mesa-redonda que ocorrerá na segunda-feira.
Gabriel Martone conduziu uma palestra sobre a ligação do druidismo com ecologia (Druidismo e Ecologia: Da prática ancestral aos desafios modernos da sustentabilidade planetária – Clareira Druídica Figueira Branca – SP), onde após montar um altar composto de sementes e folhas, convidou todos os participantes a incluírem novos elementos da natureza a esse. Falou sobre sustentabilidade, consumismo e sobre a missão de todos em mudar hábitos para preservar o planeta. Terminou com uma meditação com tambor, compartilhando com os demais esta prática de sua Clareira.
E para terminar oficialmente a noite, Rafaerl Druid-Dhubh nos falou sobre música celta (Música Celta – Caer Ynis – SC). Iniciou falando do que é considerado música celta hoje em dia, quais os tipos de músicas, suas relações com a mitologia e os diferentes instrumentos musicais tradicionais. Também nos presenteou tocando algumas músicas nas flautas e também no bodhran.
E quando falo em “oficialmente”, é porque os participantes foram jantar e o papo rolou até quase o clarear do dia seguinte.
JP Bach

Muito bom! Gostaria muito de participar mas a distancia me atrapalha.
Sou muito chegado a cultura celta desde criança, minha vida e meu jeito de ser é inspirado nessa cultura riquíssima e maravilhosa!
As músicas, as histórias, os pensamentos, o misticismo, as artes e tudo dessa cultura é muito especial!