Arquivo da tag: alban elfed

Convite – Equinócio de Outono

Aproximamos-nos do Equinócio de Outono, a cerimônia de Alban Elved, o final da colheita dos frutos e grãos que a terra nos oferece. É, portanto tempo de agradecer por tudo que obtemos e nos prepararmos para o inverno que vai se aproximando.

As árvores mudam suas cores e muitas perdem suas folhas, anunciando que chegamos a uma época de equilíbrio, quando o dia e a noite tem duração igual, mas que logo a escuridão predominará sobre a luz. Ambas são importantes e fazem parte de nossas vidas, então devemos aprender como balanceá-las internamente.

É um período onde devemos cuidar de nossos estoques, armazenando não apenas alimentos, mas também Força, Amor e Sabedoria, como nos ensina nossa Tradição Druídica. É época de dar graças aos nossos deuses por nossas colheitas físicas, mentais e espirituais e por isso o Caer Ynis se reunirá nesta quinta-feira, dia 20 de março, para a cerimônia de Alban Elved e toda a comunidade é convidada a celebrar conosco.

Escreva para caerynis@gmail.com para receber mais informações sobre o horário e o local da cerimônia.

Gaesum

Anúncios

Convite – Equinócio de Outono 2013

Equinócios são os períodos onde os dias e a noite tem a mesma duração, quando há o equilíbrio entre o período de claridade e de escuridão. É uma época muito propícia para buscar também o equilíbrio interior em nossas vidas e por isso o Caer Ynis irá se reunir para celebrar este momento em 22 de março as 19:00 e convida a comunidade a participar.

Para maiores informações, entre em contato conosco pelo email caerynis@gmail.com.

Equinócio de Outono 2012

Na terça-feira, dia 20 de março de 2012, o Caer Ynis se reuniu para cerimônia do Equinócio de Outono, período do ano onde devemos buscar o equilíbrio necessário para enfrentar os meses frios vindouros e celebrar as colheitas da vida.

A cerimônia seguiu a tradicional liturgia do Caer Ynis e compartilhamos um poema de Doreen Valiente sobre esta estação. Debatemos os aspectos do outono e recebemos de Inguz uma verdadeira aula sobre sustentabilidade, reflorestamento, energia renovável de biomassa e de química e como isso afeta a nossa espiritualidade centrada na Terra.

Fizemos as oferendas aos nossos deuses e ancestrais e depois seguimos para a mesa, onde compartilhamos pães e vinho, oferecendo também aos nossos deuses a nossa alegria de estarmos reunidos em seus nomes.

Por fim retornamos para nossas casas, com a mente e o espírito estabilizados e prontos para encarar as mudanças que se aproximam.

JP Bach

Convite – Equinócio de Outono

Vêm chegando o Equinócio de Outono, uma época de equílibrio em que começamos a nos preparar para o inverno que logo apontará. É uma época especial para centrar nossas forças e para buscar nos harmonizarmos com os ciclos naturais.

Por isso o Caer Ynis estará realizando uma cerimônia no dia 20 de março em Florianópolis. Os interessados devem entrar em contato conosco para passarmos maiores informações.

JP Bach

Equinócio de Outono 2011

No amanhecer do dia 22 de março e apesar do mal tempo e da chuva intermitente, seguimos a intuição do gutuater Inguz e fomos até o Santuário para a celebração de Alban Elfed, o equinócio de Outono, período propício para buscar equilíbrio interior, já que na posição em que o Sol se encontra existe um equilíbrio entre os dias e as noites.

Chegamos aos pés do Santuário e de lá fomos caminhando pelas pedras, subindo e recolhendo algumas poucas flores, já que nesta estação elas não abundam como na primavera. Nossa primeira parada foi no Cálice de Pedra, onde fizemos nosso tradicional centramento com as forças dos Três Mundos.

De lá rumamos até o Gigante de Pedra, onde realizamos a cerimônia. Juliana e Rafael foram pelo caminho tradicional, enquanto Bach e Inguz seguiram pelo caminho de baixo, frente a um paredão de pedraas e perto de onde as ondas estouram.

Já no topo da cabeça do Gigante, montamos nosso altar como tradicionalmente o fazemos: os Quatro Tesouros, fogo, nossa representação da Grande Entidade Regente do Santuário e outros objetos que sentimos necessidade de lá depositar. Preparamos também nossa bandeja de oferendas e lá depositamos as flores e alguns cristais de cura que Inguz trouxe.

Fizemos o chamado pela Paz utilizando as espadas embainhadas, como nos foi ensinado e logo depois convocamos as entidades dos Três Mundos, nossos deuses e nossos antepassados. Em seguida realizamos uma meditação, onde cada participante escolheu um objeto do altar e o utilizou como foco, auxiliando e guiando nesta prática.

Pudemos enfim trocar conhecimentos e histórias sobre o Outono, seus efeitos e seus significados, sobre o que aprendemos com ele, sobre os dias quentes que se foram e sobre os dias frios que virão. Debatemos também sobre o Tribann, sobre Awen e sobre a relação destes com os símbolos deixados pelos povos antigos em nosso Santuário.

Logo depois fizemos oferendas aos deuses da Terra e do Mar, depositando flores e cristais sob as pedras e também os lançando nas águas que estavam abaixo de nós. Ofertamos também o perfume de incensos naturais enquanto o bardo Rafael Druid Dhubh ofertou à todos, à nós, aos espíritos e aos deuses, um pouco da música de sua flauta.

Para finalizar agradecemos aos deuses e às demais entidades, fechamos nosso círculo e pudemos retornar aos nossos lares, certos que a colheita havia sido feita, que os dias escuros se aproximavam e que era necessário aproveitar o equilíbrio do período para nos prepararmos para os invernos de nossas vidas.

JP Bach

Equinócio de Outono 2009

Encontramo-nos para a celebração do Equinócio de Outono, na noite de sexta-feira (20 de março), novamente no espaço fechado. Estavam presentes apenas Inguz, Juliana e Bach e o ritual ocorreu num satisfatório clima de informalidade.

Para nos harmonizarmos e entrarmos no clima que a cerimônia exige, começamos ouvindo um CD com belas canções celtas e pouco a pouco fomos nos familiarizando com uma nova vibração. Em seguida, para prosseguir, fizemos nossa limpeza astral, mas desta vez sem as penas da coruja conduzindo a fumaça do incenso e sim com alguns ramos de uma planta, numa espécie de “vassourinha”.

O ritual ocorreu de maneira simples, mas não menos forte que o habitual: convocamos as divindades, ancestrais e espíritos do local e fizemos nossas preces. Em seguida nos sentamos para conversar e debater sobre a importância de buscarmos o equilíbrio de nossas vidas, especialmente no Equinócio.

A conversa toda se deu enquanto bebíamos um belo vinho e comíamos um pão caseiro, e aqui nos focalizamos na alquimia da vida e das passagens: com a morte dos grãos e da uva, houve a transformação que nos proporcionou o alimento. Uma vida alimentando outra, em um eterno ciclo.

Finalizamos nossa cerimônia certos de que, assim como o dia e a noite tinham nessa data a mesma duração, deveríamos seguir o caminho do meio buscando equilíbrio em nossas vidas.

José Paulo Bach