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Lughnasadh 2014

Antes do alvorecer de 02 de fevereiro de 2014, nós do Caer Ynis nos reunimos no Santuário das Pedras, onde recebemos a visita de Diego, Vanessa e Jucelio.

Quando chegamos ao Graal, o Sol começava a despontar no horizonte, então ficamos um bom tempo lá o contemplando e observando também a inscrição que marca a entrada de nosso Nemeton. Então seguimos em frente em nossa jornada para fazer abluções com a água que brota da fonte ali pertinho de onde estávamos.

Esta cerimônia foi muito importante por dois motivos. O primeiro dele é que a partir deste Lughnasadh passamos a incorporar alguns elementos da liturgia que recebemos da União Druídica do Brasil. Então além de nossas preces tradicionais, incluímos também algumas preces vindas do Collège du Chaudron des Druides.
Foi uma cerimônia especial também porque mais um marcassin foi aceito no seio de nossa Clareira, em um momento muito emocionante para todos os presentes que puderam acompanhar essa passagem.

Como é típico do festival de Lughnasadh, tivemos muita fartura em nosso banquete, com vários pães, biscoitos, sucos e salgados. Então comemos enquanto falávamos sobre o significado desta data e os ensinamentos que ela nos traz.

Logo após as oferendas aos espíritos da Terra e do Mar, finalizamos nossa cerimônia e retornamos às nossas casas, gratos pelas colheitas que os deuses nos proporcionaram e cientes de nosso papel no mundo.

Gaesum

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Convite – Lughnasadh 2014

O verão chegou ao seu ápice e com ele vieram as chuvas e a fertilidade da terra. As plantas começam dar seu frutos e nos aproximamos assim de um importante festival das colheitas que foi criado por Lugh em honra à sua mãe Tailtiu.
Por isso o Caer Ynis se reunirá no próximo domingo, dia 02 de fevereiro, para celebrar o Lughnasadh e convida toda a comunidade para participar.

Os interessados deverão entrar em contato através do email caerynis@gmail.com para obterem informações sobre o local e o horário.

Lughnasadh 2009

Encontramo-nos desta vez a noite, no espaço fechado no centro da cidade que utilizamos para algumas celebrações. Como ainda estamos no auge da temporada de verão, as praias de Florianópolis estão sempre cheias e é difícil conseguir um pouco de paz e sossego para realizarmos as cerimônias.

Iniciamos os trabalhos com um CD tocando algumas belas canções celtas, o que foi nos colocando de leve no clima. Logo depois fomos purificados pela forte fumaça do incenso de copal, que fora conduzido pelas penas da coruja e de um momento para o outro já estavamos em outra sintonia.

Iniciamos a cerimônia tradicionalmente, convidando as entidades a participarem de nossa celebração e em seguida realizamos uma meditação sobre as colheitas de nossa vida utilizando alguns objetos de poder como guias.

Tivemos algumas mudanças em nosso altar: voltamos a utilizar a Catedral de Luz como representação da Pedra do Destino e começamos a utilizar uma faca antiga que pertenceu ao avô do Inguz como representação da Espada de Gorias.

Fizemos uma pausa para conversarmos e compartilharmos alguns alimentos: pães, suco e geléia de frutas. Trocamos algumas idéias sobre os significados da data, sobre a importância dos grãos para a humanidade, sobre as colheitas da vida e lembramos de algumas lendas que tangiam esses assuntos.

Finalizamos a cerimônia com a plena convicção de que a época de colheitas havia chegado e que essa energia estaria presente em nossas vidas.

José Paulo Bach